Êxodo (Sebastião Salgado) 🌐📱
Os trechos abaixo apresentam uma versão simplificada de página da internet (versão em PDF para download). Veja o que você consegue identificar, numa primeira leitura. Depois faça as atividades propostas, ao final do texto.
Exodus: Fotografien von Sebastião Salgado
26.02.2017 10:00 – 23.04.2017 18:00
Ausstellung kuratiert von Lélia Wanick Salgado, Amazonas images, organisiert in Zusammenarbeit mit dem Evangelischen Kunstdienst Erfurt e. V. Nach mehr als zwei Jahren baubedingter Schließung wird die Kunsthalle Erfurt im Haus zum Roten Ochsen am 25. Februar, 18 Uhr, mit der Ausstellung „Exodus“, Fotografien des brasilianischen Fotografen Sebastião Salgado, wiedereröffnet.
Lassen wir einen guten Teil der Humanität hinter uns?
Immer wieder werden in der Kunsthalle Erfurt international wichtige Positionen der dokumentierenden Autorenfotografie vorgestellt, insbesondere Positionen der humanistischen, engagierten Fotografie. So ist auch die erste Ausstellung nach der Teilmodernisierung dem Schaffen des berühmten Fotografen Sebastião Salgado (*1944) gewidmet. Über 170 Schwarzweißfotografien aus der Werkgruppe Exodus hat Lélia Wanick Salgado, Kuratorin der Pariser Agentur Amazonas images, dafür zusammengestellt: Bilder von Flüchtlingen und Migranten weltweit – aus Reportagen, die Sebastião Salgado in den 1990er Jahren schuf, bevor er sich seinem neuen Projekt Genesis zuwandte.
Weltweite Migration prägte das 19. und das 20. Jahrhundert nachhaltig und gehört bis heute zu den wichtigsten Problemen, mit denen wir uns auseinandersetzen müssen. Nicht zuletzt ist die Bewältigung der jüngsten Flüchtlingsströme eine Herausforderung, die auch die Gesellschaft der Bundesrepublik Deutschland zu spalten droht. Die neue Kunstausstellung, organisiert in Zusammenarbeit mit dem Evangelischen Kunstdienst Erfurt e. V., versteht sich als Beitrag im dazu geführten Diskurs.
Verwerfung globalen Ausmaßes: Ausstellung unter Schirmherrschaft von Bodo Ramelow, Ministerpräsident des Freistaats Thüringen
Jahr für Jahr Armut, Naturkatastrophen, Gewalt und Krieg
Es ist beinahe eine Generation her, seit diese Fotografien zum ersten Mal ausgestellt wurden, und doch hat sich die in ihnen porträtierte Welt nur wenig verändert, weil Jahr für Jahr Armut, Naturkatastrophen, Gewalt und Krieg Millionen von Menschen dazu treiben, ihre Heimat zu verlassen. Mitunter bleibt ihnen nur die Zuflucht in Flüchtlingslagern, die gleichsam über Nacht zu kleinen Städten anwachsen; in anderen Fällen setzen sie ihre Sicherheit und ihr Leben für den Traum von einem gleichsam mythischen Gelobten Land aufs Spiel. Die Flüchtlinge und Migranten heute scheinen das Produkt aktueller Krisen zu sein, doch die in ihre Gesichter eingeschriebene Verzweiflung wie auch die darin aufschimmernde Hoffnung unterscheiden sich kaum von jenen, die in diesen Fotografien dokumentiert sind.
Eine sich immer weiter öffnende Schere zwischen arm und reich
Beinahe alles, was auf der Welt geschieht, ist irgendwie miteinander verbunden. Wir alle sind betroffen von der sich immer weiter öffnenden Schere zwischen arm und reich, von der globalen Überbevölkerung, von den Folgen der industriellen Nahrungsmittelproduktion und der Umweltzerstörung, von Scheinheiligkeit und Fanatismus im Dienst politischer Ziele. Die aus ihrer Heimat verstoßenen Menschen sind lediglich die sichtbarsten Opfer einer Verwerfung globalen Ausmaßes.
Lassen wir einen guten Teil der Humanität hinter uns?
Die Fotografien in dieser Ausstellung fangen tragische, dramatische und heroische Momente individuellen Lebens ein. Doch in der Gesamtschau, als Ganzes, erzählen sie alle eine Geschichte unserer Gegenwart. Sie liefern keine Antworten, sondern werfen letztlich eine Frage auf: Lassen wir in der Art, wie wir in die Zukunft schreiten, zugleich einen guten Teil der Humanität hinter uns?
Biografie des Künstlers
Salgado verfasste eine wirtschaftswissenschaftliche Dissertation
Sebastião Ribeiro Salgado wird am 8. Februar 1944 in Aimorés, Brasilien, geboren und wächst auf der Farm seiner Eltern auf. Bis 1967 studiert er an der Universität in São Paulo und heiratet im selben Jahr die Pianistin Lélia Deluiz Wanick. Beide engagieren sich in der linken Bewegung gegen die Militärdiktatur und emigrieren 1969 nach Paris. Dort verfasst Salgado eine wirtschaftswissenschaftliche Dissertation, während seine Frau Architektur studiert. Als Angestellter der Internationalen Kaffeeorganisation in London reist Salgado häufig nach Afrika und beginnt, mit der Leica-Kamera seiner Frau zu fotografieren. 1973 macht er sich als Fotojournalist selbstständig, arbeitet für verschiedene Agenturen und lebt wieder in Paris.
Künstler dokumentiert menschliche Würde
Salgado bekennt sich zur Tradition der sozialdokumentarischen, humanistischen Fotografie und wird 1979 Mitglied der angesehenen Fotografenagentur Magnum Photos. 1994 gründet er seine eigene Agentur Amazonas images. In selbstgewählten Langzeitprojekten dokumentiert er mittels Schwarz-Weiß-Fotografien das Leben von Menschen am Rande der Gesellschaft, akzentuiert ihre prekäre Situation, aber ebenso ihre menschliche Würde. Berühmt ist seine Fotoreportage von 1986 über Goldschürfer in der brasilianischen Goldmine Serra Pelada und die Dokumentation von Löscharbeiten der im Zweiten Golfkrieg 1991 von irakischen Truppen in Brand gesetzten Ölquellen in Kuweit. In den 1990er Jahren fotografiert er weltweit Phänomene der Migration und veröffentlicht die Resultate in dem Band Exodus. Seit 2004 arbeitete Salgado am Projekt Genesis.
Atividades
1) Primeira leitura: resuma o que você conseguiu entender, explicitando também quais foram os elementos que ajudaram no processo (elementos gráficos, termos conhecidos ou similares àquilo que você já conhece, familiaridade com o conteúdo etc.).
2) Biographie des Künstlers
- Que partes do trecho você consegue entender? Aponte, como na questão anterior, quais são os elementos do texto que possibilitam esse entendimento.
- Elabore hipóteses sobre o idioma alemão a partir de detalhes que, por algum motivo, chamem sua atenção.
3) Ampliando a leitura
Você deve ter notado que quanto mais você souber sobre o assunto, mais fácil fica fazer inferências sobre o conteúdo do texto. Se o tema for de seu interesse, verifique se encontra textos semelhantes sobre ele, eventualmente em outras línguas nas quais consegue ler. Se encontrar algo, depois volte ao texto em alemão e veja se consegue compreender mais do que antes, i.e., identificar onde e como estão apresentados esses dados que você agora consegue identificar.
4) Usando ferramentas digitais
O uso de ferramentas digitais pode servir para simplesmente contornar um problema, ao se traduzir um texto automaticamente, por exemplo. Essa é uma grande preocupação face aos desdobramentos da inteligência artificial para o ensino/aprendizagem. Por outro lado, podemos também usar as mesmas ferramentas combinando inteligência artificial e inteligência humana. Depois de ter feito o trabalho acima, você pode, por exemplo, usar uma ferramenta digital como DeepL para traduzir o texto sobre a exposição de Sebastião Salgado. Depois de ler a tradução (que certamente não será perfeita), você pode voltar ao texto em alemão e ver se consegue identificar trechos que agora entende, por saber do que se trata. No limite, você poderá eventualmente até corrigir a tradução sugerida pela ferramenta digital. Quanto mais você souber sobre o assunto, e quanto mais você souber sobre os idiomas envolvidos, melhores serão suas condições de fazer esse trabalho de revisão, aprimorando o texto sugerido pela ferramenta digital.
Compare o resultado da tradução do último trecho transcrito acima.
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Künstler dokumentiert menschliche Würde Salgado bekennt sich zur Tradition der sozialdokumentarischen, humanistischen Fotografie und wird 1979 Mitglied der angesehenen Fotografenagentur Magnum Photos. |
O artista documenta a dignidade humana Salgado comprometeu-se com a tradição da fotografia social documental e humanista e tornou-se membro da prestigiada agência Magnum Photos em 1979. |
Você certamente agora estará em condições de saber, por exemplo, que "menschliche Würde" foi traduzido por "dignidade humana". Levando em conta que em alemão os substantivos são sempre grafados em letra maiúscula, você pode inferir que Würde = dignidade e menschliche = humana. Nessa construção, vê-se também que o adjetivo veio antes do substantivo. Ou seja, o alemão difere do português nesse aspecto, como tendência mais geral.
Neste pequeno trecho há também duas palavras compostas em alemão: fotodocumenatarischen e Fotografenagentur. Em português, os termos que vêm juntos nas palavras compostas em alemão são escritos separados. Note também que a ferramenta digital não reproduziu o primeiro termo de Fotografenagentur (ao pé da letra: agência de fotógrafos), numa operação perfeitamente legítima: o texto continua perfeitamente compreensível, dado que o assunto é fotografia e a exposição é de um fotógrafo. Se a ferramenta digital for boa, a tradução não será "ao pé da letra", mas sim voltada para o sentido e as convenções das respectivas línguas.
Em suma: um olhar atento para as diferentes versões do mesmo texto poderá lhe servir para aprender muito sobre o alemão, complementando de modo dinâmico o que for feito com os recursos disponibilizados em Zeitgeist ou via outros materiais em seu curso. Vale a pena explorar essa possibilidade.